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28.2.07
Influência
Parece que a nova lei do aborto foi feita por acordo entre o PS, o PCP e o Bloco de Esquerda. Oooppss!!! A não-esquerda que votou SIM ficou de fora ... Serviu para ganhar os votos mas não serve para fazer leis.
24.2.07
É fácil responder
O Ministro da Saúde já disse que as terras que agora estão a perder valências hospitalares serão compensadas com outras valências mais adequadas às condições locais. Assim, consolem-se os habitantes de Elvas, Barcelos, Santo Tirso, Valença ou Chaves. Vão perder as respectivas maternidades e/ou centros de urgência, mas nem tudo está perdido. Estas terras serão concerteza as primeiras a receber as novas unidades públicas para a realização de abortos. Pode não parecer a mesma coisas, mas pelo menos não deixará de dar nome e desenvolvimento à terra.
Tendo em conta que o aborto não envolve grandes problemas éticos, que a sua realização no SNS ainda menos, que é uma doença e um problema de saúde pública e que o aborto no SNS é um sinal de progresso e um direito das mulheres, estou certo que esta ideia será saudada com entusiasmo pelas populações.
Alguém vê algum problema ético, moral, civilizacional, político, social, de decência ou mesmo de bom senso em substituir uma maternidade por uma clínica de abortos? Eu não.
Tendo em conta que o aborto não envolve grandes problemas éticos, que a sua realização no SNS ainda menos, que é uma doença e um problema de saúde pública e que o aborto no SNS é um sinal de progresso e um direito das mulheres, estou certo que esta ideia será saudada com entusiasmo pelas populações.
Alguém vê algum problema ético, moral, civilizacional, político, social, de decência ou mesmo de bom senso em substituir uma maternidade por uma clínica de abortos? Eu não.
13.2.07
Incentivos
O abono de família é:
a) um incentivo à natalidade
b) um incentivo ao aborto
O aborto pago pelo Serviço Nacional de Saúde é:
a) um incentivo à natalidade
b) um incentivo ao aborto
a) um incentivo à natalidade
b) um incentivo ao aborto
O aborto pago pelo Serviço Nacional de Saúde é:
a) um incentivo à natalidade
b) um incentivo ao aborto
12.2.07
Até que enfim...
Nada como os debates da noite de ontem e do dia de hoje para perceber, finalmente, o tema do referendo. A pergunta a que respondi, afinal, foi:
"Concorda com a liberalização do aborto se praticada até às 10 semanas, gratuitamente, no Serviço Nacional de Saúde?"
"Concorda com a liberalização do aborto se praticada até às 10 semanas, gratuitamente, no Serviço Nacional de Saúde?"
Ironias do destino II
O aborto será financiado pelos contribuintes. Mas em breve se agitará o espantalho da regressão demográfica e, para evitar que os contribuintes acabem, assistiremos à institucionalização de subsídios às mulheres parturientes...
LR
LR
Ironias do destino I
As tão diabolizadas clínicas de Badajoz vão entrar em recessão devido à concorrência que se anuncia em Portugal. Mas os espanhóis terão razões para se queixarem da deslealdade da dita. Tratar-se-á de um serviço subsidiado, seja ele prestado em hospitais públicos ou em requintadas e lucrativas clínicas privadas financiadas pelo SNS.
LR
Nota:devido a um problema técnico eu, JM, estou a publicar posts de outros Blasfemos. Este post é do LR
LR
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Etiquetas:
aborto cheque,
o SNS está preparado,
Socialismo Séc XXI
Função do Serviço Nacional de Saúde
Deve o Serviço Nacional de Saúde poder ser utilizado para resolver outros problemas que não problemas de saúde? Por exemplo, deve poder ser utilizado para:
- cirurgias estéticas a pessoas perfeitamente normais;
- abortos em casos em que não há risco para a saúde física ou psíquica da mãe ou para a saúde do feto.
Aborto e objecção de consciência dos médicos
Algumas ideias a ter em conta:
1. Não será a objecção de consciência que impedirá o aborto em determinados hospitais do SNS. Será a oposição passiva de médicos e de directores hospitalares. Simplesmente não é possível obrigar um médico que não quer fazer abortos a fazê-los.
2. Os serviços de aborto acabarão por ficar separados dos restantes serviços médicos por forma a preservar a imagem das instituições e dos médicos cuja missão é salvar vidas.
###
3. Não existirão serviços privados com oferta mista de serviços. As clínicas de abortos não farão partos e ginecologia e vice-versa. O aborto não gera boa publicidade.
4. Os médicos que fazem partos e ginecologia não quererão ver o seu nome associado a abortos.
5. Os preços dos abortos não vão descer. O que vai melhorar é a qualidade do serviço e as qualificações do pessoal médico.
6. O mercado pagará um prémio aos profissionais que optarem por dedicar a sua carreira à realização de abortos essencioalmente porque se trata de uma opção profissional com poucas oportunidade para realização pessoal.
7. O que implica que, num sistema público onde vigora o igualitarismo, os médicos tenderão a recusar-se a fazer abortos.
1. Não será a objecção de consciência que impedirá o aborto em determinados hospitais do SNS. Será a oposição passiva de médicos e de directores hospitalares. Simplesmente não é possível obrigar um médico que não quer fazer abortos a fazê-los.
2. Os serviços de aborto acabarão por ficar separados dos restantes serviços médicos por forma a preservar a imagem das instituições e dos médicos cuja missão é salvar vidas.
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3. Não existirão serviços privados com oferta mista de serviços. As clínicas de abortos não farão partos e ginecologia e vice-versa. O aborto não gera boa publicidade.
4. Os médicos que fazem partos e ginecologia não quererão ver o seu nome associado a abortos.
5. Os preços dos abortos não vão descer. O que vai melhorar é a qualidade do serviço e as qualificações do pessoal médico.
6. O mercado pagará um prémio aos profissionais que optarem por dedicar a sua carreira à realização de abortos essencioalmente porque se trata de uma opção profissional com poucas oportunidade para realização pessoal.
7. O que implica que, num sistema público onde vigora o igualitarismo, os médicos tenderão a recusar-se a fazer abortos.
11.2.07
Francisco Louçã III
Ponto relevante da intervenção de Francisco Louçã: a defesa de uma regulamentação maximalista do aborto. Leia-se: aborto no SNS rápido e em força. É preciso limitar os efeitos da objecção de consciência.
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