Os nossos sinceros e babados agradecimentos ao masson pela distinção que faz ao Blasfémias.
2.1.05
O Discurso
No seu longo discurso de Ano Novo, o Presidente Sampaio, pela primeira vez desde o ínícío do seu primeiro mandato, não utilizou uma única vez a palavra "serenidade".
O discurso começou por ser divulgado pelo Expresso, na sexta-feira de manhã, pela RTP, na sexta-feira à noite e conhecido na íntegra na noite de ontem, forma pouco digna de um jornal e um canal de televisão de referência terminarem o ano.
Desconhece-se quando terá sido gravado o discurso. Suspeito que foi antes de 26 de Dezembro.
O discurso começou por ser divulgado pelo Expresso, na sexta-feira de manhã, pela RTP, na sexta-feira à noite e conhecido na íntegra na noite de ontem, forma pouco digna de um jornal e um canal de televisão de referência terminarem o ano.
Desconhece-se quando terá sido gravado o discurso. Suspeito que foi antes de 26 de Dezembro.
1.1.05
Al-Ushbuna (Aschbouna)
Qual é a cidade portuguesa que, em tempos idos, se chamou Al-Ushbuna e que poderá ter sido, segundo alguns historiadores, um centro importante das actividades marítimas do Califado de Córdoba?
PARA QUÊ GASTAR DINHEIRO COM TAL GENTE?
Não tem qualquer sentido criticar o embaixador português na Tailândia por só se ter dignado a deslocar-se ao seu posto de trabalho 3 dias após a tragédia - o que é que ficaria diferente com a sua presença?
O que já é de indagar são as razões que levaram a que a resposta aos telefonemas para a embaixada em Bangkok fosse uma gravação. Mas, no fundo, de parte a parte, não há qualquer surpresa pois todo o português medianamente informado sabe bem que não pode contar com o seu corpo diplomático para nada em caso de aflição. Por sua vez, o tal corpo diplomático está bem ciente que isso é assim e que todos o sabem.
Por isso, o diplomata-tipo nacional, confunde diplomacia com turismo oficial e pago pelo erário público, tenta socializar-se o melhor que pode nos lugares que lhe calharam, exibir mundo afora o anel de brazão, carregar estudadamente nos "errs" e, demasiadas vezes, dar livre curso aos múltiplos prazeres que por cá seriam considerados reprováveis.
Agora apoiar os empresários, os cidadãos, os turistas, pôr a funcionar os serviços ou outras maçadas, isso é que não!
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