«Cugnaux, la commune où il est interdit de mourir par arrêté municipal
Philippe Guérin promet que les contrevenants seront sévèrement sanctionnés.
Par arrêté municipal du 16 novembre, le maire de Cugnaux «interdit à toute personne ne disposant pas de caveau dans le cimetière existant» de mourir sur le territoire de la commune.
Réponse par l'absurde au ministère de la Défense qui vient de donner avis défavorable à l’installation d’un nouveau cimetière sur cette commune de la banlieue toulousaine au motif que celui-ci se trouverait dans le «polygone d’isolement induit par la présence du dépôt de munitions de la base aérienne 101 de Francazal». ###
Le maire, tenu par la loi d’inhumer décemment toute personne décédée, n’a fait que prendre les devants : avec une moyenne de 60 inhumations par an et ne disposant plus que de 200 places dans les deux cimetières existant, il ne pourra bientôt plus enterrer ses administrés.
Après la dernière extension possible de ces deux vieux cimetières, la mairie a identifié trois sites pour en établir un neuf.
Le seul géologiquement praticable est celui, justement, qui jouxte la base aérienne. «Sous les deux autres sites, explique Philippe Guérin, la nappe phréatique est à 1,5 mètres de la surface du sol». Détourner cette nappe reviendrait à des travaux de Pharaon pour des mille et des cents. La construction obligatoire de caveaux étanches coûterait en outre «les yeux de la tête» aux familles.
«On me refuse la construction d’un cimetière, s’étonne le maire. Alors que, plus anciennement mais sur la même zone, la construction d’un supermarché a, elle, été autorisée».
Gilbert LAVAL»
http://www.libetoulouse.fr/2007/2007/11/cugnaux-la-comm.html
21.11.07
EP (á)!
O Relatório de auditoria sobre as Estradas de Portugal E.P.E é um manancial.
Aquilo dá para tudo. Até para por aquela entidade - um Instituto Público Empresarial a pagar a advogados para fazer leis:
«Foi esclarecido pela EP que, relativamente aos trabalhos solicitados pelo MOPTC, de acordo com os termos de referência por este definidos, realizados pelas Jardim, Sampaio, Caldas & Associados, F9 – Consulting e PricewaterhouseCoopers e respeitantes ao modelo de gestão e financiamento do sector das infra-estruturas rodoviárias de Portugal, estes traduziram-se em relatórios de estudos e minutas de propostas de diplomas legislativos, alguns já publicados em Diário da República (minutas da lei orgânica e estatutos do Instituto das Infra-Estruturas Rodoviárias, minuta da RCM n.º 89/2007, de 11de Julho, CD contendo o modelo financeiro do novo modelo de gestão e financiamento do sector rodoviário, minuta do diploma de transformação da EP - Estradas de Portugal, E.P.E., em EP, S.A, minutas do projecto de lei de bases do contrato de concessão e do contrato de concessão a celebrar entre a EP e o Estado.»
Aquilo dá para tudo. Até para por aquela entidade - um Instituto Público Empresarial a pagar a advogados para fazer leis:
«Foi esclarecido pela EP que, relativamente aos trabalhos solicitados pelo MOPTC, de acordo com os termos de referência por este definidos, realizados pelas Jardim, Sampaio, Caldas & Associados, F9 – Consulting e PricewaterhouseCoopers e respeitantes ao modelo de gestão e financiamento do sector das infra-estruturas rodoviárias de Portugal, estes traduziram-se em relatórios de estudos e minutas de propostas de diplomas legislativos, alguns já publicados em Diário da República (minutas da lei orgânica e estatutos do Instituto das Infra-Estruturas Rodoviárias, minuta da RCM n.º 89/2007, de 11de Julho, CD contendo o modelo financeiro do novo modelo de gestão e financiamento do sector rodoviário, minuta do diploma de transformação da EP - Estradas de Portugal, E.P.E., em EP, S.A, minutas do projecto de lei de bases do contrato de concessão e do contrato de concessão a celebrar entre a EP e o Estado.»
O presidente eleito
Diz-se que Chávez deve ser respeitado porque foi eleito. Na verdade, o problema de Chávez é ter sido eleito. Uma vez, duas vezes, três vezes. E já tem tudo preparado para ser eleito uma quarta vez, uma quinta vez, uma sexta vez ...
Mi casa es tu casa
A ética é um tema recorrente nas discussões sobre as relações internacionais. Pelo menos quando estão em causa as relações internacionais dos Estados Unidos. Por exemplo, Mário Soares e José Sócrates têm-nos alertado frequentemente para a necessidade de se colocar os direitos humanos acima de outros valores como o dinheiro e o petróleo. Mas de repente tudo isso se tornou secundário. Será porque se considera que Chávez não é uma ameaça aos direitos humanos ou porque se considera que os elevados critérios éticos só se aplicam aos outros?
Opinião pública no terceiro mundo
Este post de Pedro Magalhães sobre a opinião pública na Venezuela e noutros países do terceiro mundo é de leitura obrigatória. Por um lado revela que a democracia se tornou um valor universal porque cada um redefine democracia de forma a que ela descreva a sua ditadura preferida. E por outro revela que nestes países a preferência (ou pelo menos a tolerância) por soluções autoritárias é maioritária, o que implica que, se não existirem fortes mecanismos de controlo do poder da maioria, estes países, se democráticos, estão condenados a ir da democracia à ditadura em poucos anos. Exemplos como o Zimbabwe e a Venezuela estão aí para o comprovar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)