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1.2.07

O Discurso de Pinho II

Algumas empresas chinesas que o Ministro Pinho gostaria de ter em Portugal:

O Discurso de Pinho II

Apesar de tudo, os salários praticados no Vale do Ave ainda não estão ao nível dos salários das zonas mais remotas da China. Mas mais ano menos ano ficarão ao nível dos salários de Xangai e Pequim ou mesmo de algumas das principais cidades de Tianjin, Zhejiang, Jiangsu e Guangdong. As empresas chinesas que procuram salários baixos podem encontrá-los nas zonas mais remotas da China ou no Vietname. As empresas chinesas que procuram alta tecnologia e infraestruturas de qualidade podem encontrá-la em Hong Kong, Xangai ou Pequim. Qualquer que seja o segmento de negócio que se considere, Portugal tem pouco a oferecer às empresas chinesas, excepto uma porta de entrada na União Europeia. Nesse sector Portugal compete com os restantes países europeus e tem de facto a vantagem de ter salários mais baixos.

O reconhecimento da realidade é sempre louvável

Mais tarde ou mais cedo tinha que acontecer. Aconteceu mais cedo. O Ministro Pinho foi à China vender Portugal como um país de mão de obra barata.

30.1.07

Boa Ideia

O primeiro-ministro português está em visita à China ao mesmo tempo que o presidente chinês e vários ministros estão fora, em visita oficial a outros países. Apesar desta absurdo desfazamento de agendas, Sócrates não adiou a visita à China. É que um dos objectivos desta viagem é o de estar por longe, nesta altura da campanha para o referendo. Quando voltar, passa um ou dois dias a descansar do jet-lag e mais um ou dois dias para repôr a agenda em dia. Provavelmente, aparecerá no último dia da campanha para encerrar as actividades do PS, sem responder a nenhumas perguntas. ###

Acontece que continua a faltar uma resposta. O que é que vai fazer o partido maioritário se o SIM ganhar, nomeadamente no que diz respeito ao Serviço Nacional de Saúde. Até agora, a maior parte dos dirigentes do PS e os principais activistas do SIM sugerem que o aborto terá uma espécie de Via Verde no SNS, passando à frente de todas as listas de espera, desresponsabilizando a decisão individual das mulheres. Ou seja, não pretendem apenas que o estado saia do caminho, mas sim que se intrometa e agencie graciosamente todas as IVGs. O mesmo pretende, aparentemente, o Ministro da Saúde.

Ora, o SIM em que me disponho a votar, não é este. O SIM em que me revejo é apenas o da despenalização da IVG. Nada mais. Continuo à espera de esclarecimento. Faltam 12 dias.