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3.8.07

Salazar está vivo e recomenda-se!

O efeito prático desta brilhante intervenção pública na esfera privada:
  • Restrições à liberdade contratual;
  • Barreiras no acesso ao trabalho;
  • Redução da liberdade de escolha;
  • Aumento do poder das corporações - ordens, associações profissionais, sindicatos, etc;
  • Entraves à livre concorrência;
  • Aumento da despesa pública (e privada) via acréscimo de regulamentação, criação de comissões de controle e outras ASAEs;
  • Mais uma machadada nas liberdades individuais.

O mais dramático é que isto é "vendido" como um instrumento protector do bem público, do interesse colectivo e outros objectivos moralizantes e há quem compre. O caminho da servidão também passa por aqui.

10.7.07

Só conseguem ver a árvore...

Interroga-se JPP:
Será possível ter ouvido várias horas de debate sobre Lisboa sem se ter pronunciado a palavra arrendamento, sem ninguém falar na legislação do arrendamento, uma das situações singulares que mais contribuiu para degradar as cidades portuguesas?
Ou seja, teremos a evolução na continuidade. Em cada dia que passa, os candidatos inventam novas "causas", sobretudo as que possam gerar mediáticos sound bytes, sobrepondo sempre o acessório ao essencial e redundando na prática em mais despesa supérflua.

30.4.07

Só o liberalismo


Esta posta do João Miranda lembrou-me os avisos de Hayek n' O Caminho da Servidão (texto sumário aqui e versão abreviada em cartoons aqui).

A similitude de soluções entre a esquerda estatista (peço perdão pela redundância) e a direita autoritária - anti-semitismos à parte, já que essas imbecilidades afligiam e afligem alguns pobres coitados de todas as ideologias e, sobretudo, de nenhuma - tornam patente que, hoje e sempre, só o liberalismo se opôs à privação da liberdade.

Mesmo quando esta intenção surgia embrulhada em desígnios côr-de -rosa, do tipo, "pleno emprego", "justiça social", "luta contra os grandes grupos económicos" ou "redistribuição fiscal", o resultado era sempre, sempre, sempre o mesmo: o aumento desmesurado do poder do Estado e a consequente diminuição da liberdade das pessoas, tornada bem de luxo, totalmente prescindível face ao fim supremo do cumprimento do Plano estatal.

28.3.07

Leituras:

«Blindagens» por Avelino Jesus, no DE;
«o que parece ser uma boa notícia», no CF&A