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30.8.07

Gostei muito

Ontem à noite no programa Forum do País, da RTP-N, deu-se um debate sobre os alimentos transgénicos. Estava uma professora de Biologia Molecular e Genética, Margarida Oliveira, uma senhora do movimento 'Transgénicos Fora', o presidente da Quercus e uma técnica do ministério da agricultura. A senhora do ministério cumpriu bem o seu papel. Os dois elementos das seitas disseram e fizeram o que era esperado - a mesma cassete não renovada, conservadora e populista, sempre a agitar medos e espantalhos. A grande revelação foi a Professora Margarida Oliveira que desbaratou sistematicamente os argumentos daqueles dois. Não apenas no plano científico - onde arrasou - mas também na descodificação das suas motivações políticas e económicas. Chegou até a ser constrangedor o momento em que o presidente da Quercus, alegando que era doutorado na questão, quis esgrimir razões com Margarida Oliveira: percebeu-se quem anda ali a fazer política e quem estuda ciência. Alguém que se deve ter em conta nos futuros debates que se queiram sérios acerca desta matéria.
Estejam atentos às repetições deste programa que se irão seguir nos próximos dias.

9.7.07

Tão 'politicamente correcto' como a tese de que...

... o aquecimento global é exclusivamente causado pelo homem (esse vírus à solta pelo mundo!) é a composição do abstruso painel que Maria Elisa entendeu juntar para discutir (?) esse dogma na RTP 1: cientistas com tempo excessivo em solários, gente que fala da sua fé com certezas e olhos demasiado arregalados.
E o que faz ali Bagão Félix? Diz gostar muito do 'intimismo com as plantas'? Não lhe bastam já as nabiças, agora rosadas, que vê a jogar no seu clube?
Bom, vou dormir, que é para isso que aquilo serve...

P.S. Antes de desligar o computador ainda consegui ouvir esta pérola: "não devemos ter uma visão monolítica do recurso hídrico". Exactamente, muito bem visto, é aí que está o busílis de toda a questão!

13.3.07

Eco-fascismo Luminoso

Quando se mistura o politicamente correcto com ambientalismo a metro e se rega tudo com um lobby industrial europeu, o que é que se consegue?

Uma idiotice luminosa e ruinosa para os europeus.

23.2.07

Posta em homenagem ao João Miranda








(João, hoje é dia de DVD, não?)

Minuto Verde

Hoje, com o Público, há um DVD. Custa € 14,99 e é, provavelmente, o DVD mais caro que já alguma vez acompanhou o jornal. O filme chama-se Verdade Inconveniente.

O Blasfémias, imbuído de um forte sentimento verde, sugere uma alternativa bem mais ecológica para todos aqueles que desejarem guardar este símbolo da luta ambiental em curso. Vamos poupar aquelas embalagens tão excessivas e consumidoras de recursos naturais. Para quê tanto papel e cartão, destruidores de árvores? Tintas, produzidas em fábricas poluentes. Caixas de plástico de dimensão muito superior ao conteúdo. Tudo isso é desnecessário e só é fabricado desta meneira porque vivemos numa sociedade que não respeita o planeta que a alberga. ###

Para quem quer o filme mas não quer destruir o planeta, a solução é fácil. Peça-o emprestado a um dos seus amigos desrespeitadores do ambiente que o compraram, faça o download do DVD Shrink, e utilize-o para fazer uma cópia do mesmo num DVD baratinho, daqueles que não trazem caixa nem nada e só custam 50 cêntimos no Continente.

E pronto. Já está. Já pode ouvir, sempre que desejar, a verdade inconveniente e ficar a saber quantos milhares de pessoas morreram em Portugal num Verão passado devido ao aquecimento global.

E não, não está a cometer nenhum crime. Nem por sombras. Como é óbvio, Al Gore faz isto com sentido de missão. Não passa pela cabeça de ninguém que copiar A Verdade seja proibido. E ao diminuir os royalties auferidos pelo ex-futuro presidente, poderemos estar a contribuir para lhe diminuir a pegada ecológica, que actualmente deverá rondar os 328 planetas terra.

13.2.07

Falta um Parafuso

Há dias, uma representante de um movimento ecologista, falava de manhã numa qualquer rádio captada na A5. Exigia a dita senhora legislação que proibisse as grupagens de produtos. Explicava ela, convictamente, que os iogurtes são vendidos em grupos de quatro para enganar as pessoas. Coitadas, necessitam apenas de um iogurte mas são obrigadas a comprar quatro. Isto é um truque das empresas para anafarem os lucros com a agravante das consequências ambientais por causa do excessivo e dispensável cartão que une as 4 embalagens. Imagino que a senhora não seja multi-mãe e não saiba o que é comprar 20 iogurtes e congéneres de uma só vez. Nunca mais pediria unidoses. Mas, mais exigente ainda, a dita senhora queria também proibir que todas as embalagens fossem maiores do que os produtos nela contidos. Desconhecendo a regra de ouro dos supermercados - nada que caiba num pequeno bolso pode estar à venda numa prateleira - a senhora dava como exemplo os parafusos. A embalagem de um parafuso não deve ser maior que o próprio parafuso. Este deve ser um assunto que ela domina. Deve estar constantemente em supermercados, em busca de parafusos em falta.

8.2.07

IPCC versus Al Gore

O último relatório do IPCC (PDF) não atribui grande credibilidade ao filme de Al Gore "Verdade Inconveniente". Estes primeiros sinais de quebra de consenso sobre aquecimento global devem-se provavelmente ao facto de muitos cientistas não terem sido obrigados a ver propaganda ambientalista quando eram pequeninos. Felizmente, os esforços de Al Gore vão permitir que as nossas crianças possam ver, em todas as escolas, a Gronelândia e a Antártida a derreter e Nova Iorque a ficar debaixo de água. Esta imagem marcante servirá para que os futuros cientistas passem a fazer relatórios como deve ser, em vez dos actuais relatórios que dizem que não há qualquer consenso sobre o rápido degelo dos pólos. Aliás, os cientistas que fizeram o actual relatório devem ser pagos pela Exxon porque prevêem que no máximo o nível do mar vai subir 0.6 m até 2100 e não valores da ordem dos 6 m sugeridos por Al Gore no "Verdade Inconveniente".

1.2.07

Mas o que conta são as boas intenções

O apagão simbólico de 5 minutos previsto para hoje por causa do aquecimento global é, muito provavelmente, um desperdício de energia porque a produção eléctrica não vai parar.

Efeito prático do apagão de hoje pode ser “mais um problema que uma solução”