
À saída do tribunal, menor do caso Gisberta mostra o dedo médio à justiça.
Tenhamos fé na reabilitação dos criminosos.
Liberdade
Precisando previamente que:
Eis mais algumas falácias e distorsões inerentes ao raciocínio de Vital Moreira:
Em suma, e como já referiu o João Miranda, a implementação desta tese conduziria fatalmente a maiores quebras de competitividade de toda a economia e à pobreza perene.
A CGTP revelou o seu plano para o financiamento da segurança social, que consiste, como era de esperar, em criar um novo imposto sobre as empresas (com base no valor acrescentado), a acrescentar à actual taxa social.
Devo dizer que até concordo na criação de um novo factor de financiamento da segurança social com base no valor acrescentado das empresas, desde que, porém, isso sirva para diminuir a actual taxa social única que impende somente sobre o volume dos salários (e por isso sobrecarrega as empresas de mão-de-obra intensiva) e é demasiado elevada, onerando excessivamente essas empresas e sendo um dos factores que favorecem a redução do pessoal e a fuga para o regime do "recibo verde".
De resto, não compreeendo por que é que o Governo e o PS se recusam a considerar essa hipótese. Tudo o que sirva para diminuir os custos do trabalho contribui para reduzir o desemprego e para melhorar a competividade das empresas. E a responsabilidade pelo financiamento da segurança social -- que deve ser auto-sustentável -- deve incumbir sobre toda a economia e não somente sobre o volume dos salários.
Esta opinião baseia-se em várias falácias económicas. O emprego não aumenta se o estado beneficiar as empresas de trabalho intensivo. Isto porque o desemprego não se deve à falta de empresas de trabalho intensivo mas a problemas estruturais da economia resultantes do desajuste entre a oferta e a procura a vários níveis. Aquilo que Vital Moreira defende apenas levará a que mais recursos sejam aplicados em actividades de trabalho intensivo para o qual não existe procura e destruindo actividades de capital intensivo para as quais existe procura. Criam-se mais problemas estruturais que aqueles que existiam antes pelo que o emprego destruido nas empresas de capital intensivo nunca será compensado pelo emprego criado por actividades de trabalho intensivo. Les grands utilisateurs - définis comme étant les personnes ayant passé plus d?une heure sur Internet à des fins personnelles pendant la journée de référence - ont un style de vie qui diffère considérablement de celui des non-utilisateurs, voire des utilisateurs modérés. La plus grande différence réside dans le fait qu?ils passent nettement moins de temps à occuper un travail rémunéré. Ils passent aussi moins de temps aux tâches ménagères et aux soins personnels tels que le sommeil et la relaxation.
(...) les grands utilisateurs passaient en substance le même temps que les non-utilisateurs à regarder la télévision, et tant l?utilisation poussée que l?utilisation modérée d?Internet étaient associées à des périodes de lecture de livres de durée importante.(...)*Posta dedicada aos comentadores mais assíduos do Blasfémias.
Les grands utilisateurs se distinguaient des autres, en ce sens qu'il était moins probable qu'ils se sentent stressés ou pressés, ou qu'ils se considèrent comme des bourreaux du travail.
Ou seja, nem os portugueses serão maioritariamente evasores como se leva muitas vezes a crer, nem os montantes devidos têm peso relevante nas contas públicas.
Em vez de tanta diabolização e indignação moralista com os devedores de impostos, talvez fosse mais curial preocupar-mo-nos com os recebedores líquidos de impostos. Ninguém sabe o seu número exacto, mas são seguramente algumas centenas de milhares. Também é difícil saber quanto recebem, porque é variada a natureza dos seus proventos - salários, subsídios, financiamentos a fundo perdido, recibos verdes, etc. Mas só em salários - visíveis - já encaixaram até Junho cerca de 7.000 milhões de euros, quase o dobro do défice de estado para o mesmo período.
Vá rapaziada, indignem-se, espumem, vociferem, que têm aqui um motivo mais que relevante.