4.1.08

É bonito...

... ver, agora mesmo, na Sic-Notícias, um responsável do Casino Estoril a fazer uma defesa épica do Inspector-Geral da ASAE, o inefável António Nunes. Gesto totalmente desinteressado, é claro.
Pena é que o nóvel amigo do ranger da ASAE use dois argumentos contraditórios entre si:

- Nunes estava na zona dos fumadores;
- A lei anti-tabaco não se aplica aos Casinos.

No meio do esforço titânico de safar o Inspector-Geral (é caridade cristã, certamente), resta saber porque é que os Casinos gastaram dinheiro e tempo a criar condições de aplicabilidade para uma lei que se lhes não aplica...

Por misericórdia!

O que faz a Santa Casa no meio disto? Talvez assim desapareçam aqueles anúncios sobre os excêntricos!

Lá como cá (2)

«Horas depois de concluídas as eleições primárias no Iowa, os candidatos dos dois partidos às presidenciais norte-americanas precipitaram-se para New Hampshire, na costa Leste, o próximo estado a pronunciar-se sobre as nomeações partidárias na corrida à Casa Branca.» (público)

Não há quem não repita a asneira.

Informa-se que as primárias republicanas no Wyoming são amanhã.

Não se pode pedir a indeminização à Al Qaeda?

«Cancelamento do Dacar
Autarquias querem ser indemnizadas»

Ps - Ainda andam por aí as boas almas que queriam levar um mandato do TPI a Bin Laden. Podem perguntar-lhes se não querem levar-lhe os nossos pedidos de indemnização. Talvez assim ficássemos a saber também quanto gastou a CML neste patrocínio.

Pois...

Um dos principais patrocinadores do Lisboa-Dakar fez ontem pressão para a manutenção da prova, tentando garantir o retorno do seu investimento em termos de imagem:

«A informação que temos é a de que a indicação do governo francês tem a ver com incidentes recentes que vitimaram cidadãos franceses na Mauritânia. (...) no que diz respeito às condições de segurança no terreno, a informação é a de que a situação não é muito diferente este ano do que em anos anteriores (....) certamente que a organização do Dacar, junto do Governo da Mauritânia, tratará de garantir as condições de segurança para minimizar os riscos, que sempre existem naquelas paragens».

Já hoje, reconhece que «"fez diligências" junto do executivo francês, que defendeu razões de Estado para este alerta». Mas ao final lá teve de dizer que «lamenta profundamente, mas respeita [a] decisão de anular o Lisboa-Dacar».

Lá vamos nós outra vez

Parece que andam a escolher nos EUA quem é que a esquerda portuguesa vai odiar nos próximos 8 anos.

Menos Fogo de Artifício

Este ano arderam apenas 372 carros em França, na noite de Ano Novo. Uma grande vitória da ordem pública sobre a arruaça. O ano passado tinham sido queimados 397 carros nas celebrações da passagem de ano.